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Durante séculos, só se obtinha fogo por métodos complicados.
Um deles: bater com uma pedra de aço numa pedra de sílex. A faísca
resultante incendiava algo fácil de queimar, como folhas secas.
Em 1669 um alquiista alemão, Hennig
Brand, descobriu uma substância que seria chamada fósforo (do grego,
phos = luz, e phoros = trazer; ou seja, “o que traz luz”). Mas ela não
foi utilizada porque não achavam a forma prática de usá-la. Essa
forma seria encontrada pelo inglês Jones, em 1832. Apresentou
pedacinhos de madeira recobertos de enxofre, que se incendiavam quando
eram friccionados contra uma lixa.
No ano seguinte o alemão Kammerer
inventou fósforos que não precisavam de superfície especial para ser
friccionados.
Os fósforos de segurança seriam
introduzidos no uso corrente em 1858, pelo sueco Lundstroem.
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