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LÁPIS & CANETA

 

                       

                      As primeiras tintas para escrever sugiram cerca de 2000 anos antes de Cristo, usadas pelos chineses e egípcios. Eram feitas de cola ou borrachamisturadas com água. Substâncias extraídas de plantas ou animais também serviam para fazer tinta. A tinta de hoje é composta de um piguimento e um líquido no qual o peguimento é dissolvido (piguimento é uma substância corante). No papel , a tinta seca sob a ação do oxigênio do ar, ou por evaporação do solvente de tinta, deixando uma pelíca fina que adere à superfície.
                      Na idade média usavam-se pequenos discos preparados com carvão mineral para grafar (escrever), que passaram a ser conhecidos como grafite. Pelo ano de 1500 apareceram na inglaterra estiletes feitos com grafite. Eram mais cômodos para o desenho, mas sujavam as mãos do desenhistra. Entãi surgiu a idéia de revesti-lo com uma cobertura de lápis em 1662, na Alemanha. O francês Conté aperfeiçoou o lápis, usando uma massa de argila e grafite, misturado com água. Esta pasta era prensada, formando fios como macarrão. Conté conseguiu vários graus de dureza do lápis. Em 1839 o alemão Johann Faber melhorou o sistema de Conté , utilizando máquinas para as diversas etapas do fabrico do lápis.
                     A vovó das canetas foi criada pelo americano Lewis Edson Waterman. A parte final da caneta podia ser destarrachada e ali era introduzida a tinta por meio de um conta-gotas. No início do século XX surgiua caneta que era enchida por sucção: para chupar a tinta, era usado um êmbolo. Depois surgiu o reservatório de borracha. A pequena alavanca viria 1908. E a caneta com o tubo pelo qual passa a tinta passa a tinta só apareceu em 1952.
                    A caneta esferográfica, ou seja, a caneta com ponta de esfera, foi patenteadaem 1880, (isto significa que a lei Áurea já poderia ter sido assinada com uma caneta esferográfica ...). Mas ela só foi utulizada em larga escalaapós a segunda Guerra Mundia. A minúscula esfera que lhe dá o nome fica presa numa espécie de alvéolo (cavidaade). As bordas desse encaixe circundam a esfera a 0,12 mm além da circunferência: desse modo a esfera não pode escapar da ponta da caneta, mas gira livremente. Ao girar, ele apanha a tinta que vem do canal de alimentação, no interior da caneta.
                     A esferográfica acabou com a necessidade do tinteiro e mata-borrão. Com ela, sem os problemas dos borrões, você pode traçar uma linha de quase 3 quilómetros.


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